terça-feira, julho 20, 2004

A Hora Dele Está Chegando

O Bispo Crivella a cada dia se enrola mais... acho que ele está tão acostumado a mentir nos templos da IURD que passou a achar que todos cairiam no papo mole dele... não vão nada Bispo...

Esta matéria do O Globo de hoje demonstra bem isso...

Beleza foi a resposta dele, dá pra ver que ele começou a se enrolar...

Senador diz que saiu de empresa


O senador Marcelo Crivella reiterou ontem que, desde 18 de maio de 2000, transferiu as suas cotas na TV Cabrália para Oswaldo Roberto Ceola e José Célio Lopes. Disse que, desde aquela época, não constam de sua declaração de Imposto de Renda as cotas da emissora baiana.

O senador disse que não saber que a TV Cabrália pedira a desistência da transferência das cotas para os novos sócios:

— Eu não tinha conhecimento. Foi assinado pelo bispo João Batista. Eu não sabia. Nesse turbilhão de coisas, certamente me apresentaram uma série de justificativas. Você me dá um tempo para consultar meu advogado e a gente fala amanhã (hoje).

Ele disse que, em sua cabeça, já não era mais acionista da TV. Não soube explicar como sua assinatura aparece no novo pedido de alteração contratual da sociedade, registrado na Junta Comercial da Bahia em maio de 2004 e enviado ao Ministério das Comunicações em junho. Sobre o pedido de impugnação de sua candidatura a prefeito do Rio apresentado pelo Ministério Público, foi taxativo:

— Tenho que me defender.

Bispo, contra factos não dá para lutar. RENUNCIE AO SENADO E A SUA CANDIDATURA JÁ:




Crivella não deixou de ser sócio da TV Cabrália

Gerson Camarotti

BRASÍLIA. O Ministério Público Federal pediu a impugnação da candidatura do senador Marcelo Crivella (PL) a prefeito do Rio. Em ofício ao procurador regional eleitoral no Rio, Antonio Carlos Simões Martins Soares, o procurador da República no Distrito Federal Luciano Sampaio Gomes Rolim justifica a representação informando que Crivella omitiu na declaração de bens à Justiça Eleitoral que continua sócio-gerente da TV Cabrália Ltda.

A participação de Crivella na sociedade fere o artigo 54 da Constituição, que determina que, depois de diplomados, deputados e senadores não podem firmar ou manter contrato com empresa concessionária de serviço público. O senador do PL também está infringindo o artigo 38 da Lei 4.117/92, que proíbe os parlamentares de exercer a função de diretor ou gerente de concessões, permissões ou autorizações para explorar serviços de radiodifusão.

Documentos obtidos pelo GLOBO desmontam a versão de Crivella de que deixou a composição societária da emissora há anos. Documentação enviada no último dia 16 de julho pelo Ministério das Comunicações ao procurador Luciano Rolim informa que Crivella permanece como sócio-gerente da TV Cabrália Ltda e que o processo de transferência das cotas do senador para outras duas pessoas está arquivado por desistência da empresa. A decisão da TV de desistir da redistribuição societária é de novembro de 2002, logo depois de Crivella ter sido eleito senador pelo Rio de Janeiro.

No ofício encaminhado ao Ministério Público, o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Elifas Chaves Gurgel do Amaral, informa que Crivella continua sendo o maior cotista da TV Cabrália, com 46% das ações. Ao todo, o senador tem cotas que valem R$ 267.422.

Essas informações foram omitidas das declarações de bens entregues ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio em 2002 e também este ano. Crivella pode ser acusado de falsidade ideológica eleitoral e, com isso, corre o risco de ter impugnada a candidatura a prefeito e também de perder o mandato de senador.

Exclusão do nome do senador só foi registrada este ano

Procurada pelo GLOBO, a assessoria de imprensa do senador apresentou um pedido de cessão e transferência de cotas feita pela TV Cabrália em 18 de maio de 2000. Com esse documento, Crivella repassaria suas cotas a dois outros sócios.

Mas no ofício número 1.057, enviado pela Delegacia Regional do Ministério das Comunicações na Bahia à TV Cabrália, em 18 de novembro de 2002, consta que o processo foi arquivado em “virtude da expressa desistência do prosseguimento do feito”.

A Secretaria de Serviços de Radiodifusão encaminhou ao Ministério Público Federal três ofícios datados de 13, 14 e 16 de julho deste ano, mostrando que só no último dia 22 de junho a TV Cabrália apresentou ao Ministério das Comunicações nova alteração contratual para atualização cadastral sem a participação de Crivella na empresa.

Curiosamente, apesar de o contrato social com a exclusão do nome do senador ser de 13 de novembro de 2003, só foi registrado na Junta Comercial da Bahia seis meses depois, em 10 de maio de 2004.

A documentação do Ministério das Comunicações está sendo enviada ao procurador-geral da República, Cláudio Fonteles.

4 Comments:

Anonymous Anônimo said...

*RIO SIM,crivella NÃO*

30 de abril de 2008 18:46  
Anonymous Anônimo said...

*RIO SIM,crivella NÃO*

30 de abril de 2008 18:46  
Anonymous Bruno said...

Agora que o projeto Cimento Social está sendo divulgado em sua verdederia e nefasta dimensão e que as lambanças de sua ONG Sorria Rio vêm a tona, possamos ter esperança que Marcelo Crivella seja definitivamente banido do cenário político do país.

25 de junho de 2008 11:11  
Anonymous Anônimo said...

Esse pilantra nunca me enganou... mas tem alguma coisa aí que eu não entendi: se nenhum parlamentar pode ser diretor de empresas de rádio e/ou TV, então os deputados Francisco Silva e Arolde de Oliveira também deveriam ser cassados, pois são respectivamente donos da Rede Melodia e da 93 FM do Rio de Janeiro. Será coincidência o fato de também serem evangélicos?

25 de setembro de 2008 14:56  

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